Doce e salgado

Doce e salgado

1 minuto Eu fiquei olhando aquele encontro de águas como quem escuta uma conversa antiga. De um lado, o rio vinha manso, quase tímido, carregando folhas, lembranças da serra, pequenos segredos que só quem atravessa pedras conhece. Do outro, o mar respirava largo, salgado, imenso, com aquele jeito de quem já viu o mundo inteiro e ainda assim continua esperando. E ali estavam os dois. Não houve anúncio, nem aplauso. O rio não pediu licença. O mar não se moveu para impressionar. Apenas se Continue lendo

Alô, Mundo!

Alô, Mundo!

2 minutos Existe algo de simbólico em escrever Alô Mundo. No universo da programação, dizem que todo começo nasce assim: simples, direto, quase tímido. Antes dos sistemas complexos, dos códigos intermináveis e das soluções grandiosas, alguém digita duas palavras e envia ao mundo um sinal de existência. Hoje, faço o mesmo. Não com linhas de código, mas com linhas de crônica. O Alô Mundo dos programadores é um marco silencioso. É quando a máquina responde: estou funcionando. No ambiente profissional, esse momento também existe. Continue lendo